quarta-feira, 18 de novembro de 2009

deish pa lah

jogue fora o que nao se quer mais
sem o perdao alheio.
vira e mexe pensamentos liquificam os planetas
a ponto de deixar grilo em quem observa
que em si no interior tah puto.
é quase algo muito complicado de entender...
as linguagens se frixionam inconstante...
para que?
deixe quieto e veja a vida
ser de graçA a tua imperfeiçao
se lixe de seus costumes e nao passe despercebido
fixe sua intuiçao na organizaçao de seus valores
interprete...
fique na manha.

sábado, 14 de novembro de 2009

uma dança brilhante, um lugar destraido
onde é que eu tou...?
que sorrizo atras da olheira da insonia
descalço como o grude do caramujo...
patas suadas de andar
a corrente de ar trazendo a gripe
do medo das costas nuas da saudade!
a medida certa do começo ao fim
o deslize incerto do jasmim
que cor, que sutil esperançA
um solo fertil seria a macia terra
das palmas que brotam
olhares nos dedos tocantes por estreves
catatonicos de seres flutuantes...
perdi o tato do gosto e a moeda
entre o caso estetico do especifico
arranjo me deleito.
corpo unanimeem brasa revolta...
no tapa que volta,
chateado
friso o caracter incongruente: a presunçao de uma antiga infancia
dòi como o diluvio
escolhe somente um casal e é lindo
massageia feito o limite maximo
para a chegada do novo oxigenio.
imagine o feito deste novo oxigenio!
um vento em um desenho
um fosforo.. oco estrombobo.